Redes sociais para advogados: quando e como usar

Para se tornar competitivo e ser lembrado, é preciso estar presente nas redes sociais. Neste texto, vamos explicar como trazer inovação para dentro do escritório por meio das redes sociais e ainda manter a qualidade dos serviços jurídicos.

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Colorful Modern Digital Marketing Banner Landscape 46.8 × 6 cm 1 Redes sociais para advogados: quando e como usar

As redes sociais para advogados possibilitam o fortalecimento da imagem dos escritórios na internet. Por isso, até mesmo na advocacia um pouco mais conservadora, essa presença vem sendo aceita.

Com tanto serviço acumulado no escritório, parece inviável investir tempo e estratégia de redes sociais para advogados, ou mesmo em inbound marketing jurídico. Afinal, o que um escritório de advocacia realmente tem a ganhar estando presente no LinkedIn, no Facebook, no Instagram, no Youtube ou no Twitter?  

A resposta é simples: as redes sociais são uma das principais formas de comunicação e interação na sociedade atual. E, por isso, são uma ferramenta valiosa para a promoção dos serviços de um advogado. 

Além disso, ter uma presença digital forte e consistente nas redes sociais, com o objetivo de aumentar a visibilidade da marca, ajuda o escritório a atrair novos clientes e se destacar em relação à concorrência.

Ainda não se convenceu ou já sabe que é importante mas não sabe por onde começar? Então fique até o final deste texto. Aqui mostraremos os benefícios da presença em redes sociais para advogados.

Como e por que advogados devem estar presentes nas redes sociais? 

Em um mundo digital, tornou-se quase impossível viver sem acesso à internet. Assim, atualmente, as redes sociais possibilitam o fortalecimento da imagem dos advogados e escritórios na internet. Afinal, essas plataformas são uma das principais formas de comunicação e interação com clientes em potencial, aumentando sua visibilidade e alcance.

Além disso, as redes sociais são uma forma eficaz de se comunicar com outros advogados, colaborando em casos e trocando informações importantes, o famoso networking. Desse modo, permitem que os advogados compartilhem informações importantes e atualizações sobre suas áreas de prática, demonstrando sua experiência e conhecimento.

Por isso, até mesmo a advocacia um pouco mais conservadora converteu-se à ideia do marketing jurídico Sabendo disso, nós da Freelaw, vamos expor quatro razões para você incorporar as redes sociais a sua estratégia de marketing digital:

  1. É gratuito: as redes sociais em si não envolvem custos. Pode ser que você precise o opte por investir na contratação de um gestor social, mas se seu escritório já contar com uma equipe de marketing jurídico, ou alguém que tenha conhecimento a respeito, os gastos serão reduzidos;
  2. Independem de geolocalização: você pode alcançar potenciais clientes em qual lugar: com uma boa estratégia, não há barreiras geográficas que impeçam seu escritório de advocacia de alcançar futuros clientes;
  3. Ajuda a construir e fortalecer a autoridade de seu escritório de advocacia: nem todos nas redes sociais possuem problemas jurídicos imediatos. Mas, se você alcançar as pessoas, conectar-se com elas e ajudá-las, sua autoridade no meio cresce e, quando precisarem de algo, ficará mais fácil se lembrarem do seu escritório;
  4. Seu escritório se posiciona como inovador: é importantíssimo mostrar que seu escritório está por dentro das mudanças e das tendências do mercado. Isso passa confiança e demonstra que você e seus sócios estão dispostos a se reinventar e melhorar sempre. 

No entanto, é importante que os advogados sigam as diretrizes éticas ao utilizar as redes sociais, garantindo que sua conduta esteja de acordo com as normas profissionais.

O que o Código de Ética da OAB diz sobre redes sociais para advogados? 

O Código de Ética da OAB restringe algumas ações publicitárias, e determina que publicidade e propaganda devem ser realizadas com moderação, para fins exclusivamente informativos.

Dessa forma, você pode utilizar as redes sociais apenas para educar seus potenciais clientes sobre os direitos deles. Por meio da divulgação de informações, notícias e eventos e de artigos publicados por você.

Lembre-se de que toda manifestação pública reflete em sua imagem profissional e pessoal, então é importante agir com ética, focando em levar a melhor experiência possível a seu cliente e potencial cliente, sem ofender a concorrência e violar o Código de Ética da OAB. 

Sendo assim, o Código de Ética da OAB contém diversas regras e diretrizes sobre o uso de redes sociais por advogados. Algumas das principais são:

  1. Os advogados devem sempre pautar sua conduta nas redes sociais pelos princípios da ética profissional, da boa-fé e da dignidade da profissão;
  2. Os advogados devem evitar publicações que possam comprometer a dignidade da profissão, bem como aquelas que possam prejudicar seus clientes ou terceiros;
  3. É vedada a captação de clientela por meio de redes sociais, ou seja, os advogados não podem usar essas plataformas para oferecer serviços jurídicos diretamente a potenciais clientes;
  4. Os advogados não podem utilizar as redes sociais para ofender, difamar ou caluniar outros advogados, magistrados, membros do Ministério Público ou quaisquer outras pessoas;
  5. É recomendável que os advogados evitem comentários políticos ou partidários que possam comprometer a imparcialidade e a neutralidade da profissão;

Os advogados devem zelar pela qualidade e veracidade das informações divulgadas em suas redes sociais, evitando a disseminação de notícias falsas ou informações enganosas.

Ouça o podcast: Captação de clientes e a OAB: conheça as regras do jogo

7 erros dos advogados ao utilizar as redes sociais 

Sabemos que as redes sociais são responsáveis por trazer diferenciais à carreira de um advogado, ao destacar a sua prática advocatícia e a auxiliá-los a atingir o seu público-alvo. 

No entanto, deve-se destacar que se as redes sociais não forem utilizadas adequadamente pelos advogados, pode-se afetar negativamente no crescimento profissional deles.  

Tendo isso em vista, nós, da Freelaw, aconselhamos que você fique atento aos 7 possíveis erros , antes de utilizar as redes sociais.

1. Utilizar as redes sociais como único canal 

Utilizar apenas as redes sociais para advogados como estratégia de marketing não é suficiente. Para conseguir um bom resultado, é necessário mesclar com outras estratégias tradicionais que já são utilizadas pelo seu escritório.  

Por exemplo, muitos escritórios de advocacia, apesar de possuírem uma estratégia de marketing digital, continuam a manter o marketing feito em outros canais, com o objetivo de manter um público já estabelecido.

Assim, atente-se que as redes sociais também podem ser bem utilizadas para construir um relacionamento com clientes e potenciais clientes, além da aquisição de novos. Atente-se para construir uma estratégia específica para cada rede social utilizada, para obter resultados satisfatórios. 

2. Não ter um cronograma de postagens 

Para oferecer um serviço de qualidade, é necessário ter um cronograma de postagens definido. Eventuais postagens desprogramadas dificultam a construção de um formato definido e, acima de tudo, acarretam perdas de tempo diárias.

Além disso, deve-se ressaltar que na maioria das redes sociais a constância é um dos critérios predominantes para a divulgação do seu conteúdo nas plataformas. Por vezes, é entendido pelos algoritmos que a diminuição da frequência significa um abandono da plataforma. Assim, aos poucos, o seu engajamento passa a ser reduzido. Além disso, o desuso das redes sociais também passa uma sensação de abandono do escritório para os potenciais clientes. 

Ouça o podcast: Como criar um planejamento para as redes sociais do seu escritório de advocacia?

3. Produzir conteúdos para outros advogados 

Em regra, produzir conteúdo para outros advogados significa utilizar uma linguagem muito jurídica que, por vezes, distancia o seu cliente final.

Todavia, existem exceções que veem essa ação como vantagem, como é o caso daqueles que almejam prospectar um eventual departamento jurídico.

Então, perceba primeiramente se o conteúdo que você está produzindo é compatível com o seu público-alvo nas redes sociais.

4. Não se relacionar com o público 

Via de regra, esse erro vem associado com o tópico acima. Muitos escritórios colocam nas suas redes sociais materiais sobre uma vez mais jurídico, distanciando o cliente.

Feito isto, é interessante construir uma linguagem de comunicação voltada para o seu público-alvo, para contar com a probabilidade que ela venha a te acompanhar por mais tempo, ou até mesmo compartilhe o seu conteúdo. Mas, somente isso não é suficiente; interaja nas redes sociais dos seus possíveis clientes, construa vínculos.

5. Produzir conteúdos exclusivamente efêmeros 

Apesar dos conteúdos atuais trazerem um certo destaque para seu perfil nas redes sociais, como dito anteriormente, é necessário ter uma constância nas suas publicações nas redes sociais. Por conseguinte, é viável reutilizar o conteúdo produzido por você, em outras redes sociais para advogados, como forma de melhor gerir seu tempo e de aproveitar o seu produto final.

Devido a isso, uma ideia interessante é fornecer aos seus clientes conteúdos que informem sobre a sua área de atuação, fortalecendo sua marca. 

6. Não definir um público alvo da estratégia 

Para ter sucesso nas redes sociais, é necessário ter um público-alvo em mente, já que, assim como no âmbito jurídico tradicional, por vezes, a sua área de especialização só atingirá os interesses de um público específico.

Em um primeiro momento, podemos até pensar que direcionar ao público significa restringir oportunidades. Mas, pelo contrário, na prática, significa se tornar destaque para usuários determinados das redes sociais. Assim, é primordial ter uma comunicação assertiva para o público-alvo da sua estratégia, para gerar uma maior conexão e interação com seus possíveis clientes.

Contudo, se o seu escritório fornece produtos, com público-alvos muito diferentes, pode ser interessante ter uma estratégia efetiva nas redes sociais para criar canais específicos de comunicação, a longo prazo. 

7. Não utilizar as métricas das redes sociais ao seu favor 

É necessário investir nas redes sociais, mas também constatar o retorno dos seus investimentos. Uma análise de métricas adequada, vai possibilitar visualizar a produtividade do uso das redes no seu escritório de forma mais objetiva, a ainda te auxiliar a desenvolver uma estratégia mais certeira.

Essa análise, é primordial, se o seu objetivo é a aquisição de clientes. Assim, apesar das inúmeras vantagens da divulgação do seu conteúdo, observe o retorno do seu público-alvo para o próximo passo da sua estratégia de marketing.

Quais são as redes sociais mais utilizadas por advogados 

O avanço da internet transformou também as formas de comunicação no direito. Sabendo disso, muitos advogados buscam se integrar às redes sociais, como forma de se destacar no universo jurídico e prospectar clientes.

Se o seu desejo no momento é criar um perfil profissional nas redes sociais, você está no lugar certo. Fique atento, aos tópicos abaixo, para conhecer as cinco redes sociais mais utilizadas por advogados online!

Linkedln 

O LinkedIn é uma rede social majoritariamente profissional, por meio dela é possível compartilhar dados sobre a sua formação acadêmica, especializações, habilidades e áreas de atuação. Nessa rede social, fica mais fácil compartilhar conhecimentos com profissionais da sua área de atuação e até mesmo construir relacionamentos.

Além disso, pelo LinkedIn ter muitas semelhanças a um currículo, por meio dele é possível construir um diferencial em relação a vagas de emprego em escritórios de advocacia. E, até mesmo, publicar conteúdos mais extensos do que aqueles publicados nas outras redes sociais. 

Facebook 

O Facebook é uma das redes sociais mais utilizadas no Brasil. Essa rede social já superou a marca de mais de 1 milhão de usuários no país há tempos.

O Facebook permite a criação de um perfil profissional e, além disso, de uma página para seu escritório, possibilitando que você divulgue conteúdos como textos e vídeos dos mais diversos formatos.

Além disso, é possível segmentar anúncios pagos para alcançar um público específico – nesse caso, é necessário muito cuidado para não ferir o Código de Ética da OAB, ok?

Algumas dicas do que fazer se você optar por aderir ao Facebook:

  • Construa uma fanpage, ou página do seu escritório de advocacia;
  • Prepare diversos tipos de conteúdo – evite falar só da sua empresa, ajude as pessoas;
  • Teste formatos diferentes de conteúdo para descobrir quais conseguem maior alcance e engajamento;
  • Acompanhe métricas – e fuja das métricas de vaidade.

Instagram 

O Instagram é uma das redes sociais mais populares do momento. Sendo hoje, a rede social capaz de gerar o maior número de engajamento. Agora, é possível realizar lives, publicar vídeos, fotos, stories e reels, de modo a possibilitar o compartilhamento do conteúdo de diversos formatos para alcançar sua audiência.

O Instagram atualmente é marcado pela presença de empresas e escritórios, que compartilham conteúdo com frequência e se engajam cada vez mais. Para você, advogado e advogada, o conselho é avaliar se seu potencial cliente está no Instagram.

Se a resposta for positiva, e você decidir montar uma estratégia na rede, confira essas dicas:

  • Nunca compre seguidores ou curtidas: além de se tratar de uma métrica de vaidade, você não conseguirá interação e engajamento, o que pode acabar prejudicando sua página;
  • Publique conteúdos que ajudem sua audiência: não fale muito sobre a importância de contratar o seu serviço, mostre o que você sabe e como você poderia ajudar o potencial cliente com o problema específico, ensine;
  • Teste diferentes formatos e busque engajamento e não só seguidores;
  • Faça um planejamento antecipado de conteúdo e integre a rede social em uma estratégia mais ampla de marketing jurídico;
  • Construa sua marca: mostre que seu escritório é composto de pessoas, e que vocês estão aí para ajudar.

YouTube

Depois do Google, o YouTube é o maior buscador do mundo. Dito isto, criar um canal para essa plataforma definitivamente é algo a ser pensado.

Contudo, o ingresso nessa rede social não significa necessariamente postar vídeos. O ideal é que você analise se o seu potencial cliente está lá e pese os prós e contras de uma estratégia no YouTube. Lembre-se: o foco principal deve ser sempre os seus objetivos e seus clientes.

Se você optar por aderir ao YouTube, aqui vão algumas dicas:

  • Crie um canal próprio;
  • Se for fazer vídeos de temas ou estilos diferentes, ou mesmo para públicos diferentes, separe em playlists: isso facilita a navegação de usuários que descubram seu canal e ainda tenham acesso ao seu conteúdo de forma organizada;
  • Faça roteiros do que for gravar: isso ajuda a você evitar perder tempo ou esquecer de alguma informação importante;
  • Estude um pouquinho sobre otimização de vídeos: assim seus vídeos têm mais chance de aparecer primeiro para quem busca pelo tema;
  • A qualidade do áudio é fundamental: apesar do conteúdo ser também visual, os usuários no Youtube costumam demonstrar maior incômodo quando o áudio está ruim em comparação a um cenário ou imagem com imperfeições.

Twitter 

O Twitter é uma das redes sociais mais delicadas para os advogados. Devido às suas particularidades, essa rede social por vocês possui uma linguagem própria e é majoritariamente utilizada por jovens, o que cria uma maior resistência aos profissionais jurídicos.

Sabendo disso, para os advogados que desejam entrar nessa rede social, recomenda-se algumas dicas básicas:

  • Por ser uma rede social rápida, a presença nela deve ser mais frequente para conseguir alcance e engajamento;
  • Mantenha uma comunicação conversacional com seu público: interaja e comunique-se diretamente com eles;
  • O Twitter é uma excelente rede social para compartilhar notícias rápidas e comentar sobre elas. Nada impede que você chame a audiência para outro canal, compartilhando um link de seu site, blog, ou mesmo de outra rede social. 

WhatsApp e Telegram

Pode parecer até óbvio, mas atualmente é primordial os escritórios de advocacia utilizarem meios de comunicação que permitam uma comunicação ágil e cômoda para seus clientes.

Tendo isso em vista, estar no WhatsApp e no Telegram nas versões profissionais pode ser fundamental para sua profissionalização. 

As versões Business dessas redes sociais possibilitam desde o envio de mensagem automáticas, informações sobre o funcionamento do seu escritório e até mesmo compartilhamento dos seus conteúdos produzidos nas redes sociais.

Contudo, sua atuação nessas plataformas, deve ser limitada já que o Código de Ética da OAB, veda por exemplo a prestação de serviços sem a devida cobrança e a propaganda direita por meio das redes digitais. 

O guia completo para começar sua estratégia nas redes sociais para advogados 

Agora que você já sabe quais são as principais redes sociais para advogados, e seus benefícios, é hora de começar uma estratégia de resultado.

Confira o checklist abaixo, para dar o pontapé inicial de uma estratégia de resultados:

  1. Defina sua persona: identifique seu público-alvo nas redes sociais, para saber quem você quer alcançar e quais são as plataformas mais apropriadas para o seu público;
  2. Identidade visual e posicionamento: crie uma identidade visual consistente e profissional para sua marca e que passe a imagem que você quer que seu público tenha de você e do seu escritório. Posicione-se como especialista;
  3. Crie conteúdo relevante e atraente: crie conteúdo que engaja e se conecta com seu público, que seja útil e resolva dores. Essa é uma forma de mostrar sua autoridade no assunto.

Planeje o que publicar com antecedência e invista tempo em criar um calendário editorial para otimizar seu tempo, essa é uma forma de equilibrar o tempo gasto nas redes sociais com outras tarefas importantes do seu escritório.

Evite falar de seu escritório excessivamente: não use as redes sociais para propaganda, use-as para atrair seu cliente até você. Evite o juridiqûes, ou seja, comunique-se utilizando a linguagem própria de cada rede social;

  1. Crie campanhas de anúncios pagos. (citar o episódio sobre Google Ads);
  2. Avalie o desempenho das suas ações de marketing nas redes sociais: meça o sucesso de suas estratégias e faça ajustes necessários para melhorar. Não existe uma fórmula mágica, então teste formatos de conteúdo e horários para ver quais geram maior engajamento;
  3. Faça parcerias, lives, workshops com influenciadores no marketing jurídico: essa é uma ótima estratégia para aumentar a visibilidade da sua marca.

Dessa forma, incentive discussões. Você não precisa focar só em ensinar e inspirar; as vezes tirar as pessoas da zona de conforto e promover discussões de forma saudável gera muito engajamento e pode transmitir uma mensagem positiva sobre seu escritório;

  1. Conecte-se com seus seguidores e leve-os para fora das redes sociais: crie sua presença nas redes sociais, mas tenha um terreno próprio para levar os usuários, seja para seu Whatsapp, Telegram, site ou blog. 

Essa também é uma oportunidade para humanizar sua marca. As pessoas querem se conectar com pessoas. Mostre que há um humano por trás do seu escritório;

  1. Tenha constância: como toda estratégia, usar redes sociais para prospectar novos clientes não é algo que vai trazer resultados do dia para a noite. Mantenha constância, poste diariamente e não desista, os resultados chegarão!

Para além dessas questões, se a sua pretensão é conquistar e fidelizar clientes utilizando a internet como meio principal, não deixe de assinar a newsletter da Freelaw! Por meio dela, você vai receber conteúdos pensados para te auxiliar a pensar em inovação para alavancar resultados no seu escritório de advocacia, inclusive por meio das redes sociais para advogados.

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E, por fim, queremos te convidar para nos encontrar, é claro, nas redes sociais para advogados!

Este conteúdo foi extraído de uma conversa entre Gabriel Magalhães e Júlia Resende, descontraída e extremamente importante para advogados que querem criar presença digital e conquistar clientes pelas redes sociais. Essa conversa é o episódio 174 do Lawyer to Lawyer, o podcast da Freelaw, que você pode ouvir enquanto vai para o escritório!

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